Os erros mais comuns no Barbell Row (e como consertar cada um)
Aprenda os 7 erros mais comuns no barbell row: por que acontecem, o que custam em ganhos/risco e uma correção prática para cada erro.

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Os erros mais comuns no barbell row (e como consertar cada um)
Resposta direta: os erros mais frequentes no barbell row são costas arredondadas, quadril subindo e uso de impulso, cotovelos muito abertos, barra longe do corpo, tronco excessivamente vertical (puxando alto), carga excessiva/balanço e hiperextensão do pescoço — cada um reduz ganhos e/ou aumenta risco de lesão; abaixo você tem por que acontece, o custo e uma correção prática para cada caso.
Por que minhas costas arredondam quando remam?
Porque a carga é alta demais, o core não está ativado ou você se cansa e perde a tensão. Costas arredondadas aumentam pressão nos discos vertebrais e reduzem recrutamento eficiente dos dorsais; isso pode limitar força e aumentar risco de lesão.
Uma correção prática: reduza o peso 10-20% e segure uma posição de 'prancha inclinada' antes de começar — tronco em 30–45 graus, retraia as escápulas e mantenha um brace abdominal como se fosse receber um soco (2–3 segundos para estabilizar), depois execute o remo. Se não mantiver por 3 repetições, diminua mais o peso.
Por que meu quadril sobe e eu uso impulso?
Porque a barra está pesada demais ou o padrão motor permite transferir trabalho para o quadril (hip drive). Isso transforma o remo em um movimento de balanço e reduz tensão nos dorsais.
O que custa: menos estímulo nos músculos-alvo e maior risco de lombalgia. Correção: use repetições controladas com um tempo de 1s na subida, 0,5s de pausa e 2s na descida; aprenda a 'sentir' os dorsais antes de mover a barra. Se o quadril iniciar o movimento, pare e recomece com 5 a 10% menos de carga.
Por que meus cotovelos ficam muito abertos?
Porque você tenta puxar com os ombros/trapezio superior ou usa pegada larga. Cotovelos abertos deslocam o foco dos dorsais para os trapézios e ombros, e aumentam a chance de tensão nos ombros.
O que custa: menos desenvolvimento do grande dorsal e possível dor no ombro. Correção: puxe a barra com os cotovelos próximos ao corpo (ângulo de 20–30 graus em relação ao torso), imagine que quer tocar a barra na lateral do esterno/abdômen, e faça uma pausa de 0,5–1s com ombros retraídos no topo.
Por que a barra passa longe do meu corpo?
Porque seu tronco está muito vertical, seu setup está errado ou você deixa o tronco “abrir” durante a puxada. Barra longe do corpo aumenta torque na lombar e reduz eficiência do movimento.
O que custa: menos força e mais estresse na coluna baixa. Correção: ajuste o setup para que a barra saia a poucos centímetros do corpo ao descer; mantenha ombros ligeiramente à frente da barra no início e puxe em direção ao umbigo/linha média do corpo. Imagine um trajeto retilíneo pegando a barra próxima às coxas.
Por que meu tronco fica muito vertical e eu puxo alto?
Porque você confunde barbell row com pendlay row ou quer envolver trapézio superior. Puxar alto (barra no peito superior) recruta mais traps e menos dorsais.
O que custa: desenvolvimento desequilibrado e menos transferência para puxadas verticais e deadlift. Correção: incline o tronco 30–45 graus; puxe a barra para o umbigo/parte inferior do esterno. Se a barra bate no peito alto, ajuste a inclinação do tronco e foque em retrair escápulas.
Por que eu uso carga excessiva e balanço?
Porque quer impressionar ou conta apenas repetições, não qualidade. Balanço reduz tempo sob tensão dos dorsais e aumenta risco de lesão.
O que custa: ganhos reais menores, risco de lesão e picos de carga indevidos. Correção: escolha uma carga que permita 6–12 repetições estritas; se você faz swings ou usa impulso, reduza o peso 10–30% até conseguir 3 séries limpas sem balanço.
Por que mantenho o pescoço estendido olhando para cima?
Porque muitas pessoas olham para frente por hábito ou para 'ver' o progresso. Hiperextensão cervical cria tensão no pescoço e altera alinhamento da coluna.
O que custa: desconforto cervical e comprometimento postural que podem levar a dor. Correção: mantenha o pescoço neutro, olhar direcionado 30–45 graus para baixo à frente do chão; alinhe o crânio com a coluna cervical como se você tivesse uma linha reta da orelha ao ombro.
O que devo observar quanto à segurança?
Pare imediatamente se sentir dor aguda, pontiaguda ou formigamento irradiado. Consulte um profissional de saúde ou um técnico de força para avaliação; este artigo não substitui diagnóstico. Se você usar softwares de treino, ferramentas como RepBro ajudam a checar intensidade e técnica, ou compare opções em https://www.repbro.app/vs.
Checklist prático antes de cada série
- Configure o pé na largura do quadril e segure a barra com pegada pronada/semipronada.
- Defina o ângulo do tronco em 30–45 graus.
- Braceie o core e retire a tensão das escápulas para trás.
- Respire e inicie a puxada com cotovelos próximos ao corpo, 1s concentric, 0,5–1s pause, 2s eccentric.
- Se perder a forma antes da última repetição da série, diminua 10–20% do peso.
Takeaway final: corrija um erro de cada vez, priorize postura e tempo sob tensão, e mantenha a carga em um nível que permita 6–12 repetições limpas para transformar o remo com barra em um exercício efetivo e seguro.
Frequently asked questions
- Qual a diferença entre fazer remo com costas neutras e arredondadas?
- Costas neutras distribuem carga pela musculatura posterior; costas arredondadas concentram estresse nos discos e aumentam risco de lesão. Pare e corrija se não mantiver a coluna neutra.
- Quantas repetições devo usar para treinar remo com técnica correta?
- Use cargas que permitam 6-12 repetições com forma íntegra; se a técnica falha antes de 6, reduza 10-20% do peso.
- Devo olhar para frente ou para baixo durante o remo?
- Mantenha o pescoço neutro, olhar a 30-45 graus para baixo à frente do piso; evitar olhar para cima ou hiperextensão cervical.


